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Mando a tabela de preço e a conversa morre

Resposta rápida: Tabela inteira mata conversa porque entrega uma lista e uma tarefa: agora o cliente precisa descobrir sozinho qual linha é a dele. Quem não sabe escolher, não escolhe. O que mantém a conversa viva é entender o caso em uma ou duas perguntas e devolver o preço da opção que serve para aquela pessoa, dizendo o que está incluído e terminando com uma pergunta fechada. A tabela completa segue útil, só não como resposta.

Por que isso acontece?

Mandar a tabela parece eficiente: responde tudo de uma vez e evita repetir. Mas do lado de quem recebe, uma lista de preços sem contexto vira dever de casa, e dever de casa fica para depois.

Tem também o efeito de comparação. Vendo todas as linhas juntas, a pessoa compara o item dela com o mais barato da lista, não com o que ela ganha. Quando a tabela chega antes do valor, o preço vira o único assunto.

O que resolve de verdade?

Sem gastar nada: troque a tabela por duas perguntas e uma recomendação. "É pra quantas pessoas?" ou "é o modelo tal?" e então "nesse caso fica R$ X, já com A e B inclusos. Quer que eu reserve?". A conversa continua porque terminou com uma pergunta.

Mantenha a tabela para quando a pessoa pedir de fato, ou para o momento em que ela já sabe o que quer e está comparando opções internas.

Se o seu preço varia muito, diga a faixa e o que faz variar. Faixa com explicação segura a conversa; número exato inventado atrapalha depois.

Com automação: o agente faz as perguntas de qualificação e devolve só o preço da opção certa, sempre do mesmo jeito.

O que Certu faz nesse caso?

No Cérebro de Certu ficam a tabela, as regras de variação e o que está incluído em cada opção. O agente pergunta o necessário, recomenda a opção certa e cita só aquele preço. A tabela completa continua disponível para quem pedir.

Perguntas frequentes

Nunca devo mandar a tabela?
Mande quando a pessoa pedir a tabela explicitamente ou quando ela já sabe o que quer e está comparando opções suas. Como primeira resposta a "quanto custa", a recomendação funciona melhor.
E se eu não souber o preço sem ver o caso?
Diga a faixa e o que faz o valor variar, e explique o que você precisa saber para fechar o número. Faixa com explicação mantém a conversa; silêncio até a visita costuma perdê-la.
Quantas perguntas posso fazer antes de dar o preço?
Poucas, e só as que mudam o número. Cada pergunta a mais é uma chance de a pessoa desistir de responder.
O agente de IA sabe qual opção recomendar?
Sabe se as regras estiverem cadastradas: o que muda o preço, o que está incluído e em que caso cada opção se aplica.
Certu
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