O agente marca coleta em casa no dia em que a van passa no bairro?
Marca, dentro do calendário que você escrever. O agente só oferece coleta no dia em que a van já passa naquela região, e registra endereço, complemento e faixa de horário na conversa. Fechar o roteiro do dia continua sendo trabalho da sua equipe: ele organiza os pedidos, e não a rota.
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Coleta em domicílio quebra quando o agendamento ignora a rota. Um endereço marcado no dia errado obriga a van a atravessar a cidade por uma peça, e o custo disso come a margem do serviço inteiro.
Por isso o calendário por bairro precisa existir antes. Ele é uma lista curta, com a região, o dia em que a van passa e o pedido mínimo para buscar em casa. Com isso escrito, o agente oferece a data certa desde a primeira mensagem, em vez de aceitar qualquer dia e alguém precisar remarcar depois.
Vale ser direto sobre o limite. O agente não monta rota, não calcula ordem de parada e não sabe quantas coletas cabem no dia se você não escrever. Ele preenche as vagas que você definiu e registra os dados que o motorista vai precisar. A inteligência da rota continua com quem conhece o trânsito da cidade.
Perguntas frequentes
- Dá para limitar quantas coletas por dia?
- Dá. Você escreve quantas vagas cada dia tem por região, e o agente oferece a data seguinte quando aquelas acabam.
- Ele pede ponto de referência e complemento?
- Pede, se você incluir na lista de dados. É o que evita o motorista ligar do portão porque não achou o apartamento.
- E a entrega da roupa limpa?
- Funciona pela mesma lógica: dia da região, faixa de horário e endereço registrados na conversa, com o cliente confirmando antes.
- Existe pedido mínimo para coleta?
- Existe se você definir, e costuma valer a pena. Buscar uma camisa em casa raramente paga o deslocamento da van.