O agente lista as opções quentes, sem peixe cru, do restaurante japonês?
Lista, a partir do que você escrever. O agente devolve as opções quentes e sem peixe cru que a casa realmente serve, em vez de deduzir pelo nome do prato. Essa pergunta chega quase todo dia num restaurante japonês, e responder rápido decide se a mesa inteira vem.
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Quase toda mesa tem alguém que não come cru, e é essa pessoa que decide se o grupo vem ou escolhe outro lugar. A pergunta é sempre parecida: tem opção quente? Respondida com demora, ou com um genérico sim, ela não resolve nada, porque quem pergunta quer saber quais pratos.
Por isso o formato que funciona é lista, e não frase. Escrever as opções quentes e sem cru como uma lista, do jeito que a casa serve, permite ao agente devolver tudo de uma vez. Quem perguntou já escolhe e o pedido segue, sem esperar alguém do balcão parar para responder.
Uma diferença importante fica clara aqui. Dizer quais pratos são quentes é informação de cardápio, e o agente faz isso bem. Afirmar que um prato é seguro para quem tem alergia é outra coisa, e isso ele não faz sem a ficha escrita por você. E orientação sobre consumo ou conservação do peixe não é assunto de atendimento, é da cozinha.
Perguntas frequentes
- Preciso escrever prato por prato?
- Vale escrever como lista, do jeito que a casa serve. Uma frase genérica devolve a mesma pergunta na mensagem seguinte.
- Ele confunde opção quente com opção sem alergênico?
- Não deve, e isso depende de você separar as duas coisas. Quente é cardápio; alergia depende de ficha escrita e vai para a equipe.
- A lista serve para o rodízio também?
- Serve se você escrever o que entra no rodízio quente. Vale separar do que é só à la carte, porque a cobrança é diferente.