Vale a pena?

O agente separa quem quer comprar notebook de quem está com a máquina parada?

Resposta rápida

Separa se você escrever os dois caminhos separados no Cérebro. Quem quer comprar um notebook e quem está com a máquina parada precisam de conversas diferentes: uma pergunta preço e configuração, a outra descreve defeito. Misturadas no mesmo caminho de resposta, as duas atrasam e nenhuma fecha direito.

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A resposta completa

Este é o erro que mais custa dinheiro numa loja de informática, e ele não tem nada de tecnológico. O número da loja recebe duas conversas que só têm em comum o assunto computador. Uma delas é comercial e tem pressa curta: a pessoa está comparando preço e vai fechar hoje em algum lugar. A outra é de serviço e tem urgência de outro tipo: a máquina parou e o trabalho parou junto.

Quando as duas caem no mesmo caminho de resposta, o agente trata todo mundo igual. Quem queria orçamento de notebook recebe pergunta sobre sintoma de defeito, e quem está com a máquina morta recebe faixa de preço de periférico. Os dois desistem, e nenhum deles avisa que desistiu.

O conserto é escrever no Cérebro o que é venda e o que é serviço, com as perguntas próprias de cada lado. No comercial: uso pretendido, faixa de preço e prazo. Na assistência: modelo, sistema, o que aconteceu e o que já foi tentado. A partir daí o agente escolhe o caminho na primeira mensagem, em vez de improvisar.

Vale dizer o que isso não resolve. Separar os caminhos não faz o técnico aparecer mais rápido. O que muda é o caso chegar até ele já detalhado, em vez de chegar como uma frase solta no meio de conversa de venda.

Perguntas frequentes

Como eu escrevo essa separação?
Descrevendo os dois caminhos no Cérebro com as perguntas de cada um. Sem isso o agente responde tudo pelo mesmo roteiro, que é o comportamento padrão dele.
E quando a mesma pessoa quer as duas coisas?
Acontece bastante, o cliente pede orçamento de conserto e acaba comprando máquina nova. O certo é o agente registrar as duas intenções e deixar sua equipe decidir qual conversa continua.
O caso técnico chega com o quê?
Com modelo, sistema, configuração e o que o cliente já tentou. Esses quatro dados são o que evita o técnico ter que perguntar tudo de novo antes de olhar.
Isso vale se a loja só vende, sem assistência?
Aí a separação vira outra coisa: o agente precisa saber dizer que a loja não faz serviço, logo na primeira resposta, em vez de conduzir a conversa até o cliente descobrir sozinho.
Certu
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