Por que o agente pergunta onde o vídeo vai rodar?
Porque uso e prazo de veiculação mudam o orçamento e o direito de imagem. Peça que vai rodar em anúncio pago por um ano não custa o mesmo que um vídeo interno. É a pergunta que menos gente faz na primeira conversa e a que mais evita refazer proposta.
Monte o seu agente e veja ele respondendo com as informações do seu negócio.
Criar meu agente de graça Montar é livre, sem cadastro e sem cartão.A resposta completa
Quem pede um vídeo raramente diz onde ele vai rodar, porque para o cliente isso não parece parte do pedido. Ele pensa em duração, prazo e ideia. Só que a produtora precisa saber de onde a peça vai aparecer para calcular direito de imagem de elenco, licença de trilha e o próprio valor do trabalho.
A conta muda de verdade. Um vídeo interno, que roda numa convenção e morre, é uma coisa. A mesma peça veiculada em anúncio pago por doze meses envolve outro tipo de autorização e outro valor. Quando a pergunta só aparece depois que alguém já falou um número, a proposta precisa ser refeita e a conversa fica desconfortável.
Por isso essa pergunta entra na primeira conversa, junto com formato, duração, data e cidade. O agente não precisa entender de direito de imagem: ele precisa perguntar onde a peça vai rodar e por quanto tempo, e registrar a resposta para quem vai orçar.
Perguntas frequentes
- O agente calcula direito de imagem?
- Não. Ele coleta a informação que muda esse cálculo e entrega escrita. A conta continua com quem monta a proposta.
- E se o cliente não souber responder?
- É comum, e a resposta em aberto já é útil. Ele registra que o uso ainda não está definido, e a proposta sai com essa ressalva.
- Isso não deixa a primeira conversa longa?
- São poucas perguntas e elas substituem dias de mensagem. O cliente costuma preferir responder tudo de uma vez a ser sondado aos poucos.
- Ele pergunta a data de gravação também?
- Pergunta, junto com cidade e formato. Data e cidade são o que decide se a equipe está disponível, e vêm antes de qualquer valor.