O agente descobre de qual prédio é o chamado do elevador?
Descobre de dois jeitos. Quando o contato já está ligado ao prédio e ao contrato, ele reconhece na hora. Quando é número novo, ele pergunta o condomínio, qual elevador e o que aconteceu antes de passar adiante, em vez de mandar um áudio solto para o técnico.
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O chamado de elevador quase nunca chega organizado. Chega do celular pessoal do zelador, muitas vezes por áudio, dizendo que parou entre andares, sem dizer qual prédio é e sem dizer qual dos elevadores. Quem recebe precisa ligar de volta para descobrir o básico, e a ligação de volta é o tempo que a empresa perde.
Metade do problema some sozinha quando o contato está vinculado. O número do zelador daquele condomínio já aponta para o prédio, para o contrato e para os equipamentos que estão nele. A conversa começa no ponto em que a antiga terminava.
A outra metade é a pergunta feita na ordem certa. Antes de repassar, o agente confirma o condomínio, qual equipamento é e o que aconteceu, com as palavras que você escreveu. Isso muda o que chega no técnico: em vez de um recado, chega um chamado que dá para sair atendendo.
Uma observação honesta sobre o limite disso. O agente só reconhece o prédio se alguém tiver cadastrado a lista de condomínios com os equipamentos de cada um. Empresa que guarda isso na cabeça de uma pessoa continua ligando de volta para perguntar qual é o endereço.
Perguntas frequentes
- E quando o síndico manda do número pessoal dele?
- Se aquele número estiver cadastrado no contato do prédio, ele é reconhecido. Se for um número novo, o agente pergunta o condomínio antes de qualquer outra coisa.
- O agente entende áudio?
- Entende, e é comum nesse ramo, porque zelador manda áudio de dentro da casa de máquinas. O que ele responde depois é texto, que fica legível para quem vai atender.
- Dá para ver o histórico de chamados daquele prédio?
- Dá. Cada prédio vira um contato com o histórico junto, e conseguir ler os três últimos chamados do mesmo equipamento muda o que o técnico leva na mão.