Vale a pena?

O agente responde a paciente que relata sangramento ou dor?

Resposta rápida

Não avalia. Corrimento, sangramento fora do período e dor pélvica saem do fluxo automático: o agente registra o relato no contato, diz que uma pessoa do consultório vai olhar e chama sua equipe. Ele não pergunta detalhe clínico, não sugere causa e não decide se aquilo é urgente.

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A resposta completa

Esse relato chega com frequência e quase sempre acompanhado de uma pergunta direta: é normal? A resposta parece fácil de dar, e é exatamente por isso que ela precisa estar bloqueada. Um modelo de linguagem consegue escrever uma frase plausível sobre qualquer sintoma, e plausível não é o mesmo que correto.

A consequência é concreta. Uma frase tranquilizadora faz a paciente adiar uma consulta que precisava acontecer. Uma frase alarmista faz ela passar dias assustada por nada. Nenhum dos dois é aceitável, e a responsabilidade continua sendo do consultório.

O que funciona é uma resposta curta, escrita por você e repetida sem variação: o relato foi registrado, quem avalia é a médica, e sua equipe entra em contato. Se for um quadro de emergência, a frase precisa dizer que WhatsApp não é o canal e que a orientação é procurar um serviço de urgência naquele momento.

O que a paciente escreveu fica salvo no contato para sua equipe ler, e é apenas isso que acontece com aquele texto. Não é material que o agente interpreta, nem informação que ele usa para escolher horário ou prioridade sozinho.

Perguntas frequentes

Ele pode ao menos perguntar mais detalhes?
Não deve. Sequência de perguntas sobre sintoma parece triagem e vira triagem na prática. O agente registra o que a paciente escreveu por conta própria e para.
E se a paciente insistir?
Ele repete a mesma frase uma vez e chama uma pessoa. Insistência respondida com texto novo é onde a avaliação escapa, mesmo com a regra escrita.
Como fica o sigilo desse relato?
A conversa fica no número do consultório e no CRM incluído, com acesso por perfil, apenas para quem você autorizar. Nada passa pelo celular pessoal de uma recepcionista.
Isso atrapalha o atendimento normal?
Não. Agendamento, preparo, valor e convênio continuam automáticos. O que sai do automático é apenas o clínico, que é justamente o que precisa de gente.
Certu
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