O agente responde quais convênios o consultório aceita?
Responde a lista que você escreveu, sempre igual, separando o que o convênio cobre do que é particular. É a pergunta mais frequente em odontologia e a que mais gera retrabalho, porque cada pessoa da recepção responde de um jeito e o desencontro só aparece com o paciente na cadeira.
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O problema aqui não é volume, é variação. A lista de convênios é conhecida por todo mundo do consultório, mas a parte que importa é o que cada plano cobre, e essa parte cada um lembra de um jeito. O paciente ouve que a limpeza está inclusa, chega e descobre que não está.
Escrever a lista uma vez tira a variação. E o formato importa: convênio aceito, o que ele cobre e o que fica particular, nessa ordem. A pergunta que a pessoa faz é sobre o convênio, mas a informação que ela precisa é sobre o próprio bolso.
Existe um efeito colateral que costuma ser o maior ganho. Como a resposta sai completa e na hora, a conversa não termina ali. O agente já oferece a avaliação, e a pergunta de convênio vira agendamento em vez de virar uma resposta seca que encerra o contato.
Perguntas frequentes
- E convênio que eu não aceito?
- Vale escrever também. Dizer que não atende aquele plano e oferecer a condição particular retém parte das pessoas, o que um não seco nunca faz.
- A cobertura muda por procedimento. Dá para escrever isso?
- Dá, e é onde o desencontro mora. Escreva por procedimento comum, não por plano inteiro, porque a dúvida do paciente é sempre sobre um procedimento.
- Quem mantém essa lista atualizada?
- Você ou alguém da equipe. Convênio que saiu e continuou escrito é promessa que o consultório vai ter que honrar ou desmentir na recepção.
- Ele confere a carteirinha do paciente?
- Não confere. Ele informa o que o consultório aceita. A validação da carteirinha continua sendo feita por gente, com o sistema do plano.