O agente recusa evento fora do porte que a agência atende?
Recusa, se você escrever os portes e tipos que não pega. Sem isso, um pedido fora do seu tamanho consome uma reunião inteira para ser descoberto. Com a regra escrita, ele responde de forma educada na própria conversa e salva o contato, porque o porte muda com o tempo.
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Toda agência tem um tamanho em que trabalha bem e dois tamanhos em que perde dinheiro. O evento pequeno demais não paga a estrutura da casa. O grande demais estoura a capacidade e vira risco. Os dois chegam pelo mesmo WhatsApp, com a mesma cara de oportunidade.
O custo de descobrir tarde é sempre o mesmo: uma reunião. Alguém prepara, se desloca, apresenta, e no meio da conversa fica claro que o pedido não cabe. Isso não é culpa do cliente, que não tinha como saber, e não é culpa de quem marcou, que não tinha a informação escrita em lugar nenhum.
Com os portes e os tipos escritos no Cérebro, o agente reconhece o caso na conversa e responde com educação. Vale escrever também a frase da recusa, porque recusa mal escrita fecha porta que você não queria fechar. O contato fica salvo no CRM: empresa pequena hoje faz confraternização maior daqui a dois anos.
Perguntas frequentes
- Como eu escrevo o porte?
- Por número de convidados, tipo de evento e faixa de verba mínima. Quanto mais perto das palavras do cliente, melhor ele reconhece.
- Ele indica outra agência?
- Só se você escrever para quem indicar. Sem isso, o certo é ele agradecer e encerrar, sem inventar um encaminhamento.
- O contato fica salvo mesmo recusando?
- Fica. A conversa vira contato no CRM de qualquer forma, então o pedido de hoje pode ser o cliente do ano que vem.
- E se eu quiser avaliar caso a caso?
- Então escreva que o agente coleta os dados e chama alguém, em vez de recusar. É uma escolha válida, mas precisa estar escrita.