Atendimento automático lida com nome, telefone e às vezes muito mais. A LGPD não pede um selo na parede: pede finalidade clara, consentimento, controle de quem acessa e prazo para descartar. Aqui está como levar isso na prática.
Proteger dados no atendimento automático é aplicar quatro práticas: coletar só o que a conversa precisa, deixar claro para que serve, controlar quem da equipe acessa e definir por quanto tempo aquilo fica guardado. A LGPD trata de finalidade, consentimento, acesso e retenção. Vale revisar essas quatro frentes com quem cuida do jurídico do seu negócio.
Resultado medido na plataforma, não promessa.
Dados da plataforma Certu somando todos os clientes, apurados em julho de 2026.
Princípio primeiro, ferramenta depois.
Cada dado coletado precisa ter um motivo ligado ao atendimento. Se não serve para responder, agendar ou vender, não deveria ser pedido.
O cliente deve saber que está falando com o seu negócio, para que os dados serão usados e como pedir a exclusão.
Nem todo mundo da equipe precisa ver tudo. Acesso por pessoa é mais seguro que uma conta compartilhada.
Dado guardado para sempre é risco parado. Vale definir por quanto tempo cada informação fica e o que acontece depois.
Quatro decisões que você toma uma vez.
Ensine ao Cérebro quais informações são necessárias e quais nunca devem ser solicitadas na conversa.
O agente se apresenta pelo seu negócio. Transparência sobre quem atende é parte do cuidado com o cliente.
Cada pessoa entra no painel com o próprio login, em vez de todo mundo usar um aparelho ou uma conta só.
Decida por quanto tempo os registros ficam e como atender um pedido de exclusão quando ele chegar.
Certu é a operadora do software: o Cérebro é do seu negócio, os contatos e as conversas são do seu negócio e o número é seu. Cada conta enxerga os próprios dados.
A responsabilidade de decidir o que perguntar ao cliente, o que guardar e por quanto tempo continua sendo de quem opera o negócio, porque é você quem conhece a finalidade daquele dado.
Esta página descreve princípios e práticas, não um atestado de conformidade. Certificação, auditoria e selo dependem de processo próprio, e o que vale para o seu caso é uma conversa com quem cuida do jurídico da sua empresa. Dúvidas sobre tratamento de dados podem ir para [email protected].
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Criar meu agenteAs dúvidas que aparecem antes de colocar um agente no ar.
A LGPD não proíbe automação. Ela trata de como os dados são coletados e usados: finalidade clara, transparência com o titular, controle de acesso e prazo de guarda.
Esta página descreve princípios e práticas, não certificação. Selo e auditoria dependem de processo próprio e não afirmamos aqui o que não temos como comprovar. Para dúvidas sobre tratamento de dados, escreva para [email protected].
Do seu negócio. O Cérebro, os contatos e as conversas ficam na sua conta, e cada conta enxerga os próprios dados.
Você define o que ele pode pedir. A boa prática é coletar só o necessário para atender e deixar dado sensível fora da conversa automática.
Vale definir isso antes de precisar: quem recebe o pedido, em quanto tempo responde e o que é apagado. Como as conversas ficam registradas no CRM, localizar o contato é a parte simples.
Transparência é sempre o caminho mais seguro. O agente se apresenta pelo seu negócio, e como a regra prática varia por setor, vale conferir com o seu jurídico.