Vale a pena para quem precisa de um SUV grande de 7 lugares de verdade, com motor diesel forte e capacidade de reboque, e roda muito em estrada. Fuja se a prioridade é cabine moderna, baixo consumo urbano ou revenda fácil: nesses pontos a SW4 e a Pajero Sport entregam mais.
Vale a pena para quem precisa de um SUV grande de 7 lugares de verdade, com motor diesel forte e capacidade de reboque, e roda muito em estrada. Fuja se a prioridade é cabine moderna, baixo consumo urbano ou revenda fácil: nesses pontos a SW4 e a Pajero Sport entregam mais.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| 2 | 1a fase importada/nacional (2012-2016/2017) | Trepidação/solavanco no câmbio automático 6L50 nas marchas altas |
| Somente 2 | 2a fase (2021-presente, reestilizado no ano-modelo 2025) | Mesma sensibilidade do sistema de injeção ao diesel com biodiesel |
8 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
2.8 CTDI turbodiesel Duramax (180 cv até 2013, 200 cv a partir de 2014) com câmbio automático de 6 marchas 6L50 e tração 4x2/4x4; e 3.6 V6 a gasolina (277 cv), câmbio automático de 6 marchas. O V6 seguiu no Brasil até 2020 (descontinuado já na fase seguinte). Acabamento principal LTZ.
Trepidação perceptível nas marchas altas (4a, 5a e 6a), trocas ásperas, perda de suavidade e insegurança em… fonte
R$ 2.000 a R$ 8.000+ conforme a…Perda de torque/potência, entrada em modo de segurança (limp mode) limitando a velocidade, luz amarela do… fonte
Bomba de alta na faixa de R$ 5.000…Marcha lenta irregular, falhas, luz de injeção acesa, perda de desempenho e, em casos mais sérios, entrada em… fonte
Limpeza/descarbonização da EGR de…Ruído metálico/chacoalho ao ligar e desligar o motor, trepidação na partida e folga ao engatar. fonte
Kit volante bimassa + embreagem na…Consumo de cerca de 4 a 5 km/l na cidade e em torno de 7,5 km/l na estrada; gasta muito ao exigir desempenho. fonte
Não é defeito (custo de combustível…Somente 2.8 turbodiesel. Até o ano-modelo 2024: 200 cv com câmbio automático de 6 marchas 6L50 (0-100 em ~10,3 s). A partir da reestilização (ano-modelo 2025): 207 cv com câmbio automático de 8 marchas (0-100 em ~9,5 s). Versões Premier e topo High Country. Fim de linha confirmado para 2028, sem nova geração.
Barulho e trepidação na troca de marcha, sobretudo nas marchas altas. fonte
Troca de óleo/filtro do câmbio de…Perda de potência, modo de segurança e risco de dano à bomba de alta e bicos, como na 1a fase. fonte
Bomba de alta na faixa de R$ 5.000…Preço acima de R$ 350 mil e ausência de itens presentes em rivais; carro usa plataforma e mecânica derivadas… fonte
Não é defeito, mas impacta o custo…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
A referência de revenda e confiabilidade do segmento; segura o preço melhor que a Trailblazer, mas sai mais cara na compra.
Cabine mais moderna, câmbio de 8 marchas e menor consumo urbano (8,9 km/l), porém acelera menos que a Trailblazer.
SUV grande de 7 lugares bem equipado e off-road competente, mas com rede de pós-venda menor no Brasil.
Mais moderno em tecnologia e conforto de cabine, mas é monobloco e tem fama de manutenção mais cara que a Trailblazer.
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Pagamento seguro no cartão via Stripe. O relatório é gerado na hora e fica disponível por 1 ano.
A base mecânica do 2.8 Duramax é robusta e os donos elogiam durabilidade e suspensão. Os pontos fracos são caros e crônicos: a trepidação do câmbio automático 6L50 nas marchas altas e a fragilidade do sistema de injeção diesel diante do combustível brasileiro, que pode danificar a bomba de alta pressão e os bicos. Com manutenção preventiva rigorosa, é confiável; sem ela, pode dar prejuízo grande.
A transmissão automática 6L50 (compartilhada com a S10) tem uma falha conhecida no regulador de pressão da bomba interna, que causa trepidação nas marchas altas. A fábrica recomenda troca de óleo e filtro para amenizar, mas a solução definitiva costuma ser um kit de atualização instalado em retífica especializada de câmbio.
Sim, é um dos maiores riscos. As bombas de alta pressão modernas são muito sensíveis ao diesel. O biodiesel adicionado ao diesel brasileiro reduz a lubrificação e pode desgastar a bomba, gerando limalha que contamina o sistema todo. Abasteça em postos de alto giro, use aditivo, troque o filtro de combustível antes do prazo e exija sangria com scanner.
Só para quem prioriza desempenho e não se importa com consumo. O V6 de 277 cv faz 0-100 km/h em torno de 7,6 s e é divertido, mas bebe muito (cerca de 4 a 5 km/l na cidade), é a gasolina (não flex) e foi descontinuado no Brasil em 2020, o que dificulta peças hoje. Para uso real, o diesel é mais sensato.
Sim. A Chevrolet confirmou que o modelo não terá nova geração e deve encerrar a produção até 2028. No ano-modelo 2025 ele passou por uma reestilização (novo visual, interior, câmbio de 8 marchas e 207 cv), mas mantendo a base derivada da S10. Isso reforça a importância de negociar bem o preço por causa da depreciação.
É um SUV grande a diesel, então a manutenção é cara. Itens como bomba de alta (na faixa de R$ 5.000), kit de volante bimassa + embreagem (R$ 3.000 a R$ 6.000) e intervenções no câmbio pesam. Some ARLA 32, combustível e seguro de SUV grande. A prevenção (filtros e óleos em dia) sai muito mais barata que o conserto.