Vale a pena para a família que precisa de SUV grande de 7 lugares com cara premium e bom espaço, mas tem orçamento de seminovo. Prefira a versão diesel TD380 4x4 (mais robusta e econômica na estrada) ou um flex 1.3 T270 com histórico completo de revisões; fuja de unidades sem manutenção em dia por causa do consumo de óleo e dos defeitos elétricos.
Vale a pena para a família que precisa de SUV grande de 7 lugares com cara premium e bom espaço, mas tem orçamento de seminovo. Prefira a versão diesel TD380 4x4 (mais robusta e econômica na estrada) ou um flex 1.3 T270 com histórico completo de revisões; fuja de unidades sem manutenção em dia por causa do consumo de óleo e dos defeitos…
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Geração única, lançada em agosto de 2021 (linha 2022), produzida em Goiana (PE) | Primeira geração (2022-presente) | Consumo excessivo de óleo no motor 1.3 turboflex (T270) |
7 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Geração única, lançada em agosto de 2021 (linha 2022), produzida em Goiana (PE). No lançamento: 1.3 turboflex T270 (185 cv, tração dianteira, câmbio automático Aisin de 6 marchas) e 2.0 turbodiesel TD380 (170 cv, 38,7 kgfm / 380 Nm, tração 4x4, câmbio automático ZF de 9 marchas). Versões Limited e Overland. Na linha 2025 a Jeep adicionou o motor a gasolina Hurricane 2.0T (272 cv, 40,8 kgfm / 400 Nm, câmbio de 9 marchas) e passou a oferecer também uma configuração de 5 lugares na versão de entrada; o diesel seguiu sendo o TD380 2.0 (170 cv). Foi só na linha 2026 que o diesel passou a ser o novo 2.2 turbodiesel (200 cv, 450 Nm). As falhas mais relevantes se concentram no motor 1.3 T270 e em itens compartilhados com Compass e Renegade.
Nível de óleo baixando visivelmente entre as trocas, exigindo completar óleo a intervalos curtos (donos… fonte
Acompanhamento e completar óleo entre…Perda de torque e resposta lenta do acelerador, marcha lenta irregular, vibração, dificuldade de partida, luz… fonte
Diagnóstico e reparo especializado…Água pingando dentro do carro em dias de chuva, carpete e forro molhados, mofo e mau cheiro; em casos… fonte
Coberto em garantia quando dentro do…Tela apagando/reiniciando sozinha de forma intermitente, falha no pareamento de celular, problemas em… fonte
Atualização de software ou troca da…Queda da pressão de óleo, podendo levar o motor a ficar sem lubrificação adequada e, em casos extremos… fonte
Se houver dano ao motor fora de…Agendamentos remarcados para semanas depois e veículo parado aguardando peça ou diagnóstico; problemas que… fonte
Não é custo direto de peça, mas gera…Óleo do câmbio com aspecto leitoso, nível baixo de arrefecimento, cheiro de queimado, trancos na troca e… fonte
Varia conforme o diagnóstico e a…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Mais equipado e barato que o Commander, mas tem revenda fraca e dúvidas sobre rede de assistência da marca.
Bem mais cara e bruta de dirigir, porém imbatível em confiabilidade e valor de revenda no usado.
Sete lugares com tração integral e bom V6 nas versões antigas, mas interior já data e custa caro de manter.
Diesel forte e estrutura de picape robusta para fora de estrada, contudo cabine mais simples e consumo urbano alto.
Escolha o ano e a versão exatos, pague no cartão e receba na hora o relatório completo desse Commander específico.
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É um SUV de confiabilidade mediana, muito dependente da versão. A diesel 4x4 (TD380 2.0 e a 2.2 a partir da linha 2026) é mais robusta e bem avaliada pelos donos. A 1.3 turboflex (T270) é a mais polêmica, por causa do consumo elevado de óleo e das falhas no sistema MultiAir. Com revisões em dia e recalls feitos, é um carro agradável; comprado sem checagem, pode dar manutenção cara.
O consumo excessivo de óleo do motor T270. É um problema recorrente da motorização desde 2021: muitos donos precisam completar óleo a intervalos curtos, e há casos extremos de motor ficando sem óleo. Some-se a isso as falhas do sistema MultiAir (perda de torque, marcha lenta irregular, luz de injeção) e, mais raramente, problemas de bomba de óleo. A Jeep aplicou ajustes na motorização ao longo do tempo.
Mecanicamente, o diesel 4x4 tende a ser mais durável e é a versão preferida de quem roda muito ou puxa peso, com melhor reputação de confiabilidade. Em compensação, custa mais caro, exige ARLA 32 e, em uso 100% urbano, o filtro de partículas (DPF) trabalha em condições menos favoráveis. O 1.3 turboflex é mais barato e econômico no preço, indicado para baixa rodagem, desde que com histórico de óleo limpo.
Três recalls reais: da bomba de alta pressão de combustível (linha 2022/2023, risco de incêndio), dos semieixos (linha 2024/2025, versões a gasolina, risco de perda de tração) e dos parafusos da suspensão dianteira (linha 2024/2025, risco de deslocamento da roda). Sempre confirme no site da Jeep, pelo chassi, se as campanhas foram realizadas antes de comprar.
Pode valer, principalmente pela forte desvalorização da versão diesel. Mas é compra que exige cuidado: prefira diesel ou um 1.3 mais novo, exija histórico de revisões, cheque o nível e o consumo de óleo, teste câmbio e multimídia, procure sinais de infiltração pelo teto solar e confirme que os três recalls foram feitos. A manutenção é cara e peças nem sempre estão disponíveis na hora.