Vale a pena para quem quer um SUV compacto com cara de novo, central multimídia completa e a maior rede de concessionárias do país, sem pagar preço de premium. Foque na 2ª geração (2021+) com 1.2 turbo, exija histórico de revisões em dia e cheque consumo de óleo e a turbina antes de fechar, porque é aí que mora o risco.
Vale a pena para quem quer um SUV compacto com cara de novo, central multimídia completa e a maior rede de concessionárias do país, sem pagar preço de premium. Foque na 2ª geração (2021+) com 1.2 turbo, exija histórico de revisões em dia e cheque consumo de óleo e a turbina antes de fechar, porque é aí que mora o risco.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Plataforma do Chevrolet Sonic (Gamma) | 1a geração no Brasil - importada (2013-2019) | Perda de potência e falha da turbina no 1.4 turbo |
| Produção nacional, motores turbo de três cilindros com correia dentada banhada a óleo | 2a geração no Brasil - nacional, São Caetano do Sul (2020-presente) | Correia dentada banhada a óleo com falha precoce |
11 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Plataforma do Chevrolet Sonic (Gamma). 2013-2016: motor 1.8 Ecotec flex aspirado (cerca de 140 cv), oferecido sobretudo na versão LTZ com câmbio automático de 6 marchas (GF6). A partir de 2017: motor 1.4 turbo flex (150/153 cv) com corrente de distribuição metálica (sem correia banhada a óleo), também com automático de 6 marchas. Versões LS, LT e LTZ.
Respostas lentas em arrancadas e retomadas; trocas ásperas, demora para engatar D ou R, trancos a quente e… fonte
variaPerda súbita de potência, carro para de acelerar por volta dos 60 km/h e acende a luz de injeção; em casos… fonte
cerca de R$ 7.000 (orçamento de troca…Entrada de água pelo teto solar em dias de chuva, molhando o forro/interior fonte
Risco de separação parcial da bandeja inferior, deslocamento da roda dianteira e perda de dirigibilidade fonte
gratuito (recall)Produção nacional, motores turbo de três cilindros com correia dentada banhada a óleo. 1.0 turbo flex (116 cv) nas versões AT/LT/LTZ/Premier e séries especiais, com câmbio manual de 6 marchas (versão base) ou automático de 6 marchas. 1.2 turbo flex (132/133 cv) somente com automático de 6 marchas, nas versões topo (LTZ/Premier/RS). No Brasil NÃO usa CVT. Reestilização (linha 2026) lançada em meados de 2025 com novo visual, correia de novo fornecedor e ajustes.
Desgaste acelerado da correia, liberação de partículas/borra na lubrificação, entupimento do filtro de óleo e… fonte
varia (coberto pela garantia estendida…Mensagem de falha no StabiliTrak, direção elétrica que enrijece de repente em manobras e curvas e redução… fonte
gratuito (reprogramação em campanha de…Mensagem no painel pedindo a posição P mesmo com a alavanca já em P, às vezes impedindo desligar o motor fonte
varia (frequentemente coberto na…Descarga da bateria e falha de partida; baterias falhando cedo (relatos em torno de 12 a 18 meses de uso… fonte
R$ 500 a R$ 900 (troca de bateria fora…Sistema para de gelar de repente, perde gás refrigerante ou não gela bem em dias muito quentes; mau cheiro… fonte
R$ 300 a R$ 1.500 dependendo do…Vibração e ruído ao frear, surgindo já com cerca de 10.000 km; em alguns casos a concessionária classifica… fonte
R$ 300 a R$ 800 (pastilhas/sapatas e…Vazamento de óleo prematuro com baixa quilometragem; em casos relatados, contaminação de óleo no líquido de… fonte
variaO preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Mais espaco interno e porta-malas, acabamento percebido como superior e topo 1.6 turbo bem mais potente; revenda igualmente forte.
Lider de vendas do segmento, porta-malas generoso e banco traseiro deslizante; conjunto solido, mas custa caro no usado.
Visual de aventureiro e versoes 4x4 diesel; postura robusta, porem consumo e manutencao mais altos e cambio que exige checagem.
Motor 1.6 aspirado simples e barato de manter, cambio CVT suave; menos tecnologia e desempenho mais modesto que o Tracker turbo.
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É o maior ponto de atenção dos motores 1.0 e 1.2 turbo (2020 em diante). A GM passou a oferecer garantia de até 240.000 km sem limite de tempo (desde nov/2024), mas houve falhas precoces ligadas ao uso de óleo incorreto, que degrada a correia e pode entupir o filtro e danificar o motor. A garantia estendida vale desde que o plano de manutenção seja seguido à risca, e a linha 2026 trouxe correia de novo fornecedor, com material mais resistente. Comprando usado, só vale a pena com histórico de óleo Dexos correto.
Na geração 2020+ a transmissão é automática de 6 marchas (não é CVT no Brasil). A queixa mais comum não é mecânica grave, e sim o carro acusar mensagem pedindo a posição P mesmo com a alavanca já em P, às vezes impedindo desligar o motor. Costuma ser resolvido com reprogramação, mas em alguns casos exige troca de peça. Nos importados (2013-2019) o automático de 6 marchas (GF6) é lento e há relatos de trancos, demora para engatar e patinação.
Em 2025 o custo anual total (seguro, IPVA, combustível e revisões) passa de R$ 10 mil. As revisões são a cada 10.000 km, entre R$ 900 e R$ 1.200, com preço fixo da Chevrolet. O seguro costuma ficar em torno de R$ 2.600 a R$ 3.200/ano dependendo do perfil, e o IPVA pode chegar a cerca de R$ 3.000 em SP (menos em estados com alíquota de 2% como SC e ES).
Não, é um dos pontos fortes. Tem um dos melhores consumos entre os SUVs compactos turbo: o 1.0 turbo automático faz cerca de 11,5 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada com gasolina (Inmetro). Com etanol cai bastante (em torno de 8 km/l na cidade). A exceção são casos isolados de defeito (injeção/turbina) que dispararam o consumo em algumas unidades 1.4 turbo importadas.
O importado (2013-2019) usa a plataforma do Sonic, com motor 1.8 aspirado (até por volta de 2016) e depois 1.4 turbo com corrente de distribuição metálica (2017-2019). O nacional (2020 em diante) é feito em São Caetano do Sul, com motores 1.0 e 1.2 turbo de três cilindros e a correia banhada a óleo. São carros bem diferentes apesar do mesmo nome.
Sim. As unidades fabricadas entre out/2019 e abr/2022 (linhas 2020 a 2022) foram convocadas por risco de incêndio: numa colisão, faíscas do pré-tensionador do cinto podiam atingir o isolante acústico do carpete na região da coluna B. Houve um segundo recall pelo mesmo motivo, porque o primeiro reparo não bastou. Os importados 2017-2019 tiveram recall de suspensão (braço de controle dianteiro com solda fora de especificação). Sempre confirme o chassi no site da Chevrolet.