Vale muito a pena para quem prioriza revenda blindada, baixa dor de cabeça mecânica e espaço interno de líder de classe. A 1ª geração 1.8 (2016-2021) é a compra mais racional do comprador esperto: madura, confiável e econômica. Quem quer desempenho deve buscar a Touring Turbo da 2ª geração, sabendo que paga mais caro e abre mão um pouco da fama de motor a prova de falhas.
Vale muito a pena para quem prioriza revenda blindada, baixa dor de cabeça mecânica e espaço interno de líder de classe. A 1ª geração 1.8 (2016-2021) é a compra mais racional do comprador esperto: madura, confiável e econômica. Quem quer desempenho deve buscar a Touring Turbo da 2ª geração, sabendo que paga mais caro e abre mão um pouco…
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Motor 1 | 1a geração (2015-2022) | Suspensão dianteira dura e com ruídos/batidas secas |
| Motor 1 | 2a geração (2022-presente) | Perda súbita de potência na injeção direta (bomba de alta pressão) |
7 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Motor 1.8 16V i-VTEC flex (140 cv na gasolina, 139 cv no etanol) na quase totalidade da linha (LX, EX, EXL, Touring). Câmbio CVT na grande maioria das vendas (houve manual de 6 marchas só na base LX no início). Em 2019 a versão topo Touring passou a usar o motor 1.5 VTEC Turbo flex com CVT.
Suspensão sentida como rígida em piso ruim, com 'batidas secas' e tranco ao passar em buracos e lombadas… fonte
R$ 400 a R$ 1.500 (buchas/bieletas)…Estalos e rangidos de painel, portas e porta-malas; barulho de pneu e de motor entrando na cabine em rodovia. fonte
varia (ajuste de forros/feltros, muitas…Motor 'sobe de giro' sem o carro acelerar na mesma proporção (efeito elástico do CVT) e ruído em retomadas… fonte
R$ 600 a R$ 1.200 (troca de fluido do…Ponteiro/medidor de combustível para de marcar corretamente o nível do tanque (geralmente marcando menos do… fonte
R$ 400 a R$ 900 (sensor de nível)Motor 1.5 16V aspirado flex (126 cv) com injeção direta nas versões EX e EXL; motor 1.5 VTEC Turbo flex (177 cv, 24,5 kgfm) com injeção direta nas versões Advance e Touring. Câmbio CVT em todas. Pacote Honda Sensing nas versões superiores.
Motor perde força bruscamente em movimento, inclusive em rodovia, com acendimento de alerta do sistema de… fonte
normalmente coberto em garantia de…Barulhos vindos da dianteira em piso irregular e até em marcha à ré, alguns surgindo poucos dias após a… fonte
R$ 500 a R$ 1.800…Bluetooth para de funcionar do nada, Apple CarPlay desconecta e reconecta várias vezes, ligações saem da… fonte
varia (atualização de software…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Mais robusto, motor mais forte e visual imponente, mas manutenção mais cara e histórico elétrico menos tranquilo que o do Honda.
Pacote tecnológico e de série mais completo pelo preço, manutenção previsível, mas revenda e durabilidade ficam um degrau abaixo do HR-V.
Carisma e opção diesel/4x4, porém consome mais, deprecia mais rápido e tem mais reclamações de pós-venda que o Honda.
Mais barato de comprar e manter, muito econômico, mas é menor por dentro e com acabamento e revenda inferiores ao HR-V.
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Sim, desde que a manutenção seja feita. O CVT da Honda tem boa durabilidade quando o fluido é trocado no intervalo correto e é bem avaliado pelos donos, inclusive na estrada. O que assusta alguns é a 'patinação' (o motor sobe de giro sem o carro acelerar junto), mas isso é característica do tipo de câmbio, não defeito. Trancos e demora na resposta, quando aparecem, costumam estar ligados a fluido vencido.
Há relatos reais de perda súbita de potência em modelos 2023 e 2024 com os motores 1.5 (inclusive em rodovia), ligados a falha na bomba de alta pressão e normalmente resolvidos em garantia. A injeção direta trabalha a pressão muito alta e é sensível a combustível ruim, então abasteça em postos de confiança. Não é um defeito de toda a frota, mas é o ponto novo a vigiar nessa geração.
O HR-V tem acerto firme de fábrica, então passa mais as imperfeições do piso e faz 'batidas secas' em buraco e lombada. Com o uso, buchas, bieletas e amortecedores desgastam e geram ruídos na dianteira, às vezes cedo (alguns donos da 2a geração relatam troca por volta de 30 mil km). É mais questão de conforto e de manutenção do que de falha grave, mas vale inspecionar antes de comprar.
Sim, é um dos SUVs compactos com melhor reputação de confiabilidade e revenda no Brasil. O segredo é comprar uma unidade com revisões comprovadas (fluido do CVT em dia) e fazer um test-drive atento a suspensão, câmbio e multimídia. A 1a geração 1.8 é a mais 'sem susto' mecanicamente.
A 1a geração (2015-2022) usa o motor 1.8 aspirado com 140 cv e CVT. A 2a geração (2022 em diante) trocou para motores 1.5: um aspirado de 126 cv (EX/EXL) e um 1.5 turbo de 177 cv (Advance/Touring), ambos com injeção direta e CVT. O turbo é bem mais rápido, mas pede mais atenção com o combustível.
O 1.8 da 1a geração é econômico para a categoria (donos relatam 11 a 16 km/l em rodovia). Na 2a geração há reclamações pontuais de consumo urbano acima do esperado em alguns 2024, mas parte delas se confunde com a falha no medidor/boia (o painel marca o tanque errado) e com a diferença entre ciclo de medição e uso real. Não é um defeito sistêmico de consumo confirmado.