Vale a pena para quem quer o carro mais barato de rodar do Brasil: ótimo para uso urbano, primeiro carro e motorista de aplicativo, com manutenção em conta e a melhor revenda do segmento. Não vale para quem precisa de espaço, anda muito em estrada ou busca desempenho e acabamento refinado.
Vale a pena para quem quer o carro mais barato de rodar do Brasil: ótimo para uso urbano, primeiro carro e motorista de aplicativo, com manutenção em conta e a melhor revenda do segmento. Não vale para quem precisa de espaço, anda muito em estrada ou busca desempenho e acabamento refinado.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Motor 1 | 1a geracao (2017-2021) - pre-facelift | Freios subdimensionados (disco sólido até 2019) |
| Facelift que chegou como linha 2023: nova frente, mais equipamento e controle de estabilidade de série | 1a geracao reestilizada / Ph2 (2022-presente) | Alto consumo de óleo e, em casos graves, quebra de motor |
| Versão 100% elétrica (prima do Dacia Spring), motor elétrico, bateria com garantia de 8 anos ou 120 mil km (mín | Kwid E-Tech 100% eletrico (2022-presente) | Avaria elétrica / descarga de bateria na garantia |
11 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Motor 1.0 SCe três cilindros flex aspirado (66/68 cv g/e nos primeiros anos), câmbio MANUAL de 5 marchas apenas (nunca houve CVT ou automático). Versões Life, Zen, Intense e a aventureira Outsider. Direção elétrica de série, freio a disco sólido na dianteira até 2019 e tambor atrás.
Ladrões abrem o porta-malas mesmo com o carro trancado, furando ou forçando o miolo da fechadura, e levam o… fonte
variaPedal esponjoso, frenagem fraca, perda de eficiência em descidas e relatos de pedal que afunda. Disco empena… fonte
R$ 400 a R$ 900 (disco + pastilha)Folga (ponto morto) no volante, ruído 'toc-toc' ao passar em buracos ou esterçar parado e, em casos graves… fonte
varia (caixa de direção elétrica…Maçaneta interna da porta quebra na mão com pouca quilometragem; donos relatam trocar as quatro. fonte
R$ 80 a R$ 250 por unidadeBarulho exagerado ao engatar a ré, vibração, vazamento e, em casos extremos, quebra do câmbio (marchas não… fonte
variaClick no pedal de embreagem, pedal duro/pesado e dificuldade para engatar marcha, às vezes com baixa… fonte
R$ 600 a R$ 1.500 (kit + mão de obra)Facelift que chegou como linha 2023: nova frente, mais equipamento e controle de estabilidade de série. Motor 1.0 SCe revisado (71 cv etanol / 68 cv gasolina), câmbio manual de 5 marchas, assistente de partida em rampa, TPMS, freio a disco ventilado na dianteira. Versões Zen, Intense e Outsider (a Life foi descontinuada).
Carro consome óleo acima do normal entre revisões, com luz de óleo acendendo às vezes antes dos 3 mil km; em… fonte
varia (motor pode passar de R$ 8.000)Mesmo nas unidades novas, o porta-malas é arrombado e o estepe furtado; donos relatam até carros entregues… fonte
variaBarulhos internos, rangidos no painel e ruídos de suspensão relatados por parte considerável dos donos… fonte
variaVersão 100% elétrica (prima do Dacia Spring), motor elétrico, bateria com garantia de 8 anos ou 120 mil km (mín. 70% de capacidade). Câmbio de marcha única. Autonomia divulgada em torno de 185-230 km conforme ciclo.
Donos reclamam que a autonomia real fica bem abaixo da divulgada na propaganda/venda. fonte
nao aplicavelCarro fica inoperante por 'avaria elétrica', várias luzes no painel e impossibilidade de dar partida; longos… fonte
coberto em garantiaO preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Único que disputa preço de igual para igual com o Kwid no usado, mas é menor por dentro, tem porta-malas minúsculo e revenda inferior.
Um degrau acima: mais espaço, acabamento melhor e estrada mais segura, porém custa bem mais no usado e tem manutenção mais cara.
Líder de vendas com motor turbo mais animado e ótima revenda, mas sai bem mais caro e foge da proposta de carro barato de rodar.
Mecânica simples e baratíssima de consertar, espaço bom para a família, mas é projeto antigo, sai de linha e o consumo perde para o Kwid.
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Mecanicamente é simples e barato de manter, com motor de corrente (sem correia dentada) e peças acessíveis, o que ajuda. Mas peca em acabamento e em alguns itens subdimensionados: embreagem, câmbio manual barulhento, freios fracos nos primeiros anos, coluna de direção nas safras 2017-2019 e um porta-malas vulnerável a furto. É confiável no básico, mediano na qualidade percebida.
Não. No Brasil o Kwid a combustão sempre foi vendido apenas com câmbio manual de 5 marchas. Não existe versão CVT nem automática. A única exceção é o Kwid E-Tech elétrico, que tem transmissão de marcha única.
O sistema de trancamento do porta-malas é frágil: ladrões conseguem abrir a tampa mesmo com o carro trancado, furando ou forçando o miolo da fechadura, e levam o estepe. É uma das queixas mais repetidas no Reclame Aqui e atinge desde os primeiros anos até modelos novos.
Um certo consumo é normal: a própria Renault tolera consumo de óleo na ordem de até 500 ml a cada 1.000 km. O problema são os casos acima disso, que viraram reclamação e, em situações extremas, levaram a dano de motor. Acompanhe o nível entre revisões e desconfie se precisar completar óleo com frequência.
Há relatos reais nas safras de 2017 a 2019 de quebra da solda/suporte da coluna de direção, fazendo o volante folgar ou até cair no colo do motorista, com risco de perda de controle. Antes de comprar um usado desse período, esterce parado e ande em piso ruim atento a folga (ponto morto) e ruído 'toc-toc'.
Há recalls de tubo de combustível e sistema de freio (lotes de 2016-2017, convocados em nov/2017), berço do motor (lote de set/2017) e, mais recente, suporte do eixo traseiro para unidades fabricadas entre maio/2021 e meados de 2023. Vale consultar o chassi no site oficial da Renault antes de comprar usado.
Sim, se for pelo custo de uso baixíssimo e você aceitar o acabamento simples. Prefira de 2020 em diante (freio melhor, fora da janela do problema de direção) ou a linha 2023 (facelift com ESP de série). Cheque embreagem, câmbio, fechadura do porta-malas e recalls antes de fechar.