Vale a pena para quem prioriza durabilidade, espaço interno de sedã médio e baixa dor de cabeça mecânica acima de esportividade e tecnologia de tela. É a escolha certa para o motorista de longa distância e para quem revende bem, mas exige atenção ao câmbio CVT e ao motor de arranque nos usados antes de fechar negócio.
Vale a pena para quem prioriza durabilidade, espaço interno de sedã médio e baixa dor de cabeça mecânica acima de esportividade e tecnologia de tela. É a escolha certa para o motorista de longa distância e para quem revende bem, mas exige atenção ao câmbio CVT e ao motor de arranque nos usados antes de fechar negócio.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Motor 1 | 3ª geração global (no Brasil 2009-2014) - sedã GM2/GM3 | Recall dos airbags Takata (insuflador) - risco grave |
| Motor 1 | 4ª geração global (no Brasil 2015-2021) - sedã GM6, motor 1.5 i-VTEC flex aspirado | Ruído e, em casos extremos, quebra do câmbio CVT |
| Motor 1 | 5ª geração global (no Brasil 2022 em diante) - sedã e hatch GN, motor 1.5 DOHC injeção direta | Falha na bomba de alta pressão da injeção direta (DTC P0087 - erro de emissões) |
11 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Motor 1.5 i-VTEC SOHC flex aspirado (115/116 cv), câmbio manual de 5 marchas ou automático convencional de 5 marchas. Versões DX, LX, EX, EXL e Sport. Primeiro City fabricado no Brasil.
Clique/tranco ao passar de Ré para Drive, trepidação na partida e ruídos transmitidos à carroceria; em alguns… fonte
Coxins: faixa de R$ 300 a R$ 900 por…Sem sintoma perceptível no uso normal; o defeito só se manifesta em uma colisão, quando o insuflador pode se… fonte
Gratuito (recall oficial - reparo sem…Motor 1.5 i-VTEC SOHC flex aspirado (115/116 cv) com corrente de comando, câmbio manual de 5 marchas, automático de 5 marchas (início) ou CVT (predominante a partir de 2015/2016). Versões DX, LX, EX, EXL. Considerada a geração mais durável do City no Brasil.
Carro não dá partida ou demora a virar o motor, às vezes só clicando ao girar a chave; falha intermitente que… fonte
Reparo do porta-escova/escovas em…Barulho/zunido frequente na transmissão, trancos, travamento do câmbio e, em casos extremos descritos por… fonte
Conserto/retífica do CVT relatado entre…Bolhas e pontos de ferrugem aparecendo principalmente na parte interna do capô e bordas, geralmente após o… fonte
Funilaria e repintura de capô: faixa de…Sem sintoma no uso normal; risco se manifesta apenas em colisão com disparo do airbag. fonte
Gratuito (recall oficial)Motor 1.5 DOHC i-VTEC FlexOne novo, de injeção DIRETA e comando duplo de válvulas (126 cv), com corrente de comando, exclusivamente com câmbio CVT que simula 7 marchas com paddle shifters. Versões sedã EX, EXL e Touring; hatch EX e Touring. Geração ainda relativamente nova - histórico de longo prazo em formação.
Perda súbita de potência, falha em ultrapassagens, mensagem de 'problema no sistema de emissões - a potência… fonte
Troca coberta pela garantia/campanha de…Estalo/clique característico ao girar o volante, sensação de folga na direção, ruído metálico em manobras a… fonte
Reparo/substituição da caixa de…Apple CarPlay desconecta sozinho, Bluetooth cai/falha no som, tela trava/reinicia e lentidão na interface. fonte
Atualização de software gratuita na…Suspensão firme e baixa altura livre do solo fazendo o carro 'raspar' em lombadas e valetas (para-lama e… fonte
Buchas/bandejas: faixa de R$ 300 a R$…Couro do banco rasgando, ressecando ou 'estufando'/virando esponja precocemente - há relato com menos de… fonte
Reparo/retapeçaria de banco: faixa de…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Rival mais direto em confiabilidade e revenda, com pacote de airbags superior, mas porta-malas menor que o do City.
Mais moderno por dentro e com motor TSI turbo mais animado, porém manutenção da injeção direta e do turbo costuma sair mais cara no longo prazo.
Mais barato de comprar e econômico na cidade com o turbo, mas perde para o City em acabamento e percepção de durabilidade.
Acelera mais com o motor turbo e tem boa rede de assistência, mas revenda e refinamento ficam abaixo do Honda.
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Sim, é um dos compactos mais confiáveis da categoria, com fama merecida de baixa frequência de oficina - sobretudo as gerações 2009-2014 e 2015-2021 com o motor 1.5 i-VTEC aspirado. Mas tem quatro pontos-fracos reais e bem documentados: porta-escova do motor de arranque (2015-2018), câmbio CVT acima de 100 mil km (mais nos 2016-2017), ferrugem no capô (2015-2021) e a bomba de alta pressão da injeção direta na geração nova (2022-2024). Comprar informado e fugir das armadilhas resolve quase tudo.
As versões CVT (2015-2021 e 2022+) podem apresentar zunido, trancos e, em casos mais graves geralmente acima de 100 mil km, travamento ou quebra do câmbio - mais relatado nos fabricados em 2016-2017. O conserto é caro, entre R$ 10.000 e R$ 15.000, com casos acima de R$ 20.000 em concessionária. O maior acelerador do problema é NÃO trocar o fluido específico (Honda CVT Fluid) no intervalo recomendado. Antes de comprar, exija o histórico de troca do fluido.
Nos City 2022-2024 com motor 1.5 de injeção direta, alguns donos relataram falha na bomba de alta pressão (DTC P0087), que causa perda súbita de potência, acende a mensagem de 'problema no sistema de emissões' e pode até apagar o carro em movimento. A própria Honda tratou o problema nas dicas técnicas 010/22 e 004/23 e fez campanha/troca, normalmente coberta pela garantia. Fora da garantia, reparos relacionados chegaram a cerca de R$ 9.000. As linhas 2025 em diante não têm esses relatos.
Provavelmente sim, se for fabricado entre 2013 e 2015. O City entrou no grande recall global dos airbags Takata, em que o insuflador pode se romper numa colisão e lançar estilhaços contra os ocupantes - caso que motivou mortes, inclusive no Brasil. Verifique pela placa em honda.com.br/recall; o reparo é gratuito. Nunca compre um usado dessa faixa sem confirmar que o airbag já foi trocado.
Não. Todas as gerações do City usam corrente de comando, que não exige a troca cara por quilometragem como a correia dentada. Isso reduz o custo de manutenção a longo prazo. A atenção principal de manutenção fica por conta do óleo no intervalo correto e, nas versões CVT, da troca do fluido de câmbio específico da Honda.
As revisões saem de cerca de R$ 420 (inicial) a R$ 1.400 (60 mil km), somando por volta de R$ 6.000 em cinco anos, com as duas primeiras revisões tendo mão de obra gratuita na rede Honda. Óleo original sai por ~R$ 390, pastilhas de freio entre R$ 490 e R$ 530 o jogo e o par de amortecedores dianteiros ~R$ 1.230. Peças e mão de obra na concessionária Honda são mais caras que a média de rivais como Onix e HB20, mas o carro compensa pela durabilidade e excelente valor de revenda (menor depreciação da categoria).