Vale a pena para quem quer um hatch barato de rodar, divertido de dirigir e com manutenção em conta na maior rede do país. Fuja das versões de entrada 1.0 sem ar-condicionado e pechinche forte: o Argo deprecia acima da média, e isso joga a seu favor na hora de comprar usado.
Vale a pena para quem quer um hatch barato de rodar, divertido de dirigir e com manutenção em conta na maior rede do país. Fuja das versões de entrada 1.0 sem ar-condicionado e pechinche forte: o Argo deprecia acima da média, e isso joga a seu favor na hora de comprar usado.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Motores: 1 | 1a geração (2017-presente) | Cabeçote/junta do Firefly em casos de superaquecimento |
11 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Motores: 1.0 Firefly 3 cilindros (até 77 cv), 1.3 Firefly 4 cilindros (até 109 cv) e 1.8 E.TorQ 4 cilindros (139 cv, descontinuado por volta de 2021). Câmbios: manual de 5 marchas em todos; automatizado GSR (monodisco, embreagem robotizada) exclusivo do 1.3; automático AT6 (conversor de torque) no 1.8; e CVT no 1.3 a partir da linha 2020 (estreou no Trekking, lançado em abril de 2019). Versões: Argo, Drive, Trekking, HGT, S-Design, Precision, conforme o ano.
Estalos, chiados e rangidos ao girar o volante, principalmente em manobras e ao passar por buracos. Sensação… fonte
R$ 2.000 a R$ 3.000 (troca da caixa de…Trancos e solavancos nas trocas (pioram com o pé no acelerador). Trocas indecisas, demora para engatar e, em… fonte
varia (troca de embreagem do…Barulho metálico tipo 'máquina de costura' em aceleração leve. Consumo urbano alto. Queda perceptível do… fonte
atualização de software geralmente em…Nível de óleo baixando entre as trocas, exigindo completar. Dentro do limite de fábrica é considerado normal… fonte
varia (apenas completar óleo se dentro…Manchas e gotejamento de óleo na frente do motor, mais comum pela tampa da corrente de comando e arredores… fonte
varia (mão de obra de abrir a tampa e…Mistura de óleo e água, perda de compressão, vazamentos e empenamento do cabeçote. Geralmente precedido por… fonte
varia (retífica ou troca de…Ruídos e batidas na suspensão dianteira ao passar por buracos e lombadas, e estalos constantes da suspensão. fonte
R$ 150 a R$ 500 (par de bieletas com…Sistema que funciona de forma intermitente ('funciona quando quer') ou para de funcionar pouco depois da… fonte
varia (frequentemente resolvido com…Estepe (e às vezes macaco e chave de roda) furtado sem o alarme disparar. Arrombamento com pouco vestígio. fonte
varia (prejuízo do estepe; muitos…Tela que trava ou reinicia, falha/ausência de Apple CarPlay e Android Auto em alguns anos, espelhamento… fonte
varia (atualização/reset de software…Ruídos e estalos no painel e nas portas, peças plásticas que desencaixam e barulho interno elevado em piso… fonte
varia (ajuste de presilhas/forrações…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Mais sólido e seguro de dirigir, com revenda melhor, mas custa mais caro no usado e tem manutenção um pouco mais salgada.
Rival direto em volume: bem equipado e confortável, com revenda forte, porém menos prazeroso de dirigir que o Argo.
Líder de vendas com motor turbo eficiente e ótima revenda; central de mídia melhor, mas histórico de consumo de óleo no 1.0 turbo exige atenção.
Mais espaçoso e barato de comprar, ideal para quem prioriza preço, mas perde em acabamento, dirigibilidade e valor de revenda.
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No geral sim: é confiável e barato de manter, com mecânica simples e peças em conta. Os pontos fracos são a caixa de direção (estalos), o câmbio automatizado GSR (trancos) e detalhes de acabamento. Inspecionando bem antes de comprar, é uma opção sólida no segmento de entrada.
O CVT, sem dúvida. O automatizado GSR (monodisco) dá trancos nas trocas, a embreagem pode dar dor de cabeça e há até relato da marcha cair sozinha para neutro (foi alvo de recall do sensor). O CVT, que chegou na linha 2020 e assumiu o lugar do GSR, é muito mais suave. Prefira as versões 1.3 com CVT.
Ele é mais que suficiente para cidade e surpreende para um 1.0. O barulho de três cilindros é normal. Só vira problema sério (cabeçote/junta) em casos de superaquecimento, então vale cuidar do arrefecimento, ficar de olho no nível de óleo e checar vazamentos na frente do motor.
Porque o chicote da buzina, que o alarme usa, fica exposto e acessível pela parte externa, perto do farol e atrás do para-choque. Ladrões desligam esse fio para silenciar o alarme e levam o estepe sem disparar nada. Afeta também Cronos e Pulse. Vale instalar trava de estepe reforçada e conferir se o seguro cobre furto isolado.
Os Firefly e o 1.8 E.TorQ baixam um pouco de óleo entre as revisões. Mecânicos citam até cerca de 0,5 litro a cada 1.000 km como dentro do limite considerado normal de fábrica, por característica dos anéis. Acima disso deve ser investigado. O importante é checar o nível com frequência.
Sim, vários. Coluna de direção (2018, falha de solda que pode soltar a direção), sensor do câmbio GSR (2017-2019, marcha indo sozinha para neutro), molas da suspensão traseira (2023/2024, risco de quebra) e pivô da suspensão dianteira (Argo 2025, risco de soltar). Antes de comprar, consulte pelo chassi no site da Fiat ou no gov.br se os recalls foram feitos.