Vale a pena como usado: a geração 2018-2021 com motor 2.0 turbo de 262 cv e tração integral entrega potência e conforto de SUV premium por menos de R$ 130 mil, um custo-benefício raro. É para quem prioriza desempenho e equipamento e não se importa com rede de concessionárias enxuta, consumo alto e revenda mais lenta.
Vale a pena como usado: a geração 2018-2021 com motor 2.0 turbo de 262 cv e tração integral entrega potência e conforto de SUV premium por menos de R$ 130 mil, um custo-benefício raro. É para quem prioriza desempenho e equipamento e não se importa com rede de concessionárias enxuta, consumo alto e revenda mais lenta.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| 2 | 1ª geração no Brasil (2018-2024) — importado do México | Módulo da bomba de combustível falha (gerou recall + dificuldade de peça) |
| Motor 1 | Nova geração (linha 2025 em diante) — importado do México | Histórico de confiabilidade ainda muito curto |
9 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
2.0 turbo gasolina (Ecotec LTG, 262 cv, câmbio automático de 9 marchas, tração dianteira ou AWD) nas linhas 2018 a 2020, versões LT, Premier e Premier AWD. A partir de 2021 a GM substituiu pelo 1.5 turbo gasolina (Ecotec LFV, 172 cv, câmbio automático de 6 marchas), versões LT, Premier e Premier AWD, até a saída de linha em 2023/2024.
A tela do MyLink escurece e fica preta, o touch para de responder e o som/rádio some. Em muitos casos só a… fonte
Troca da central costuma sair entre R$…Perda de rendimento, falhas de funcionamento e, em casos graves, desligamento total do motor em movimento… fonte
Coberto pelo recall no lote convocado…Barulhos secos e estalos na dianteira ao passar em buracos, lombadas e piso irregular. A suspensão é firme… fonte
Troca de buchas/bandejas e coxins…Óleo aparece misturado na água/líquido de arrefecimento (aspecto leitoso no reservatório), possível… fonte
Substituição do trocador de calor +…Carro que não dá partida, bateria que descarrega sozinha, falha na partida remota, travas elétricas das… fonte
Variável conforme o componente…Estalos e rangidos no painel, cinto traseiro e tampa do porta-malas; ruídos que tendem a aumentar com a… fonte
Baixo; geralmente ajuste/regulagem em…Médias urbanas em torno de 7 a 8,4 km/l (podendo cair abaixo de 6 km/l no uso urbano intenso) e rodoviárias… fonte
Não é defeito; é custo de uso a…Motor 1.5 turbo gasolina recalibrado (177 cv, 28 kgfm), câmbio automático de 8 marchas e tração integral (AWD). Lançado no Brasil no fim de 2024 nas versões Activ e RS, por volta de R$ 267 mil.
Por ter chegado ao Brasil apenas no fim de 2024, ainda não há base estatística de defeitos de longo prazo… fonte
Ainda indefinido; manter a expectativa…Testes iniciais elogiam o conjunto, mas reapontam suspensão que pode parecer firme em piso ruim e criticam a… fonte
IndefinidoO preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Líder do segmento, rede ampla e ótima revenda; o 2.0 turbo flex entrega potência parecida com manutenção e peças muito mais fáceis de achar.
Campeão de vendas e de revenda; a versão híbrida economiza muito combustível, justamente o calcanhar de Aquiles do Equinox 2.0.
Motor 1.4 TSI flex de 150 cv mais econômico e flex; mais barato de rodar, porém bem menos potente que o 2.0 turbo do Equinox.
Opção com três fileiras e bom espaço; tecnologia e-Power economiza, mas rede e revenda ficam abaixo de Toyota e Jeep.
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Mecanicamente é razoável: os motores Ecotec turbo não têm um defeito que condene o carro. Os problemas mais comuns são eletroeletrônicos (central MyLink que apaga, a reclamação nº 1), módulo da bomba de combustível que falhou a ponto de gerar recall e suspensão dianteira barulhenta por bandejas e buchas subdimensionadas. Em carros muito rodados há relato pontual do trocador de calor contaminando o arrefecimento com óleo. O maior risco é o pós-venda: por ser importado, faltam peças e os reparos demoram e custam caro.
A falha da central multimídia MyLink, que apaga a tela e às vezes deixa só a câmera de ré funcionando. É a reclamação número 1 no Opinautos (cerca de 44 relatos) e também aparece no Reclame Aqui, e a troca fora da garantia pode passar de R$ 7.000.
Sim, dois conhecidos: um no sistema de freio (lote de 2018, chassis JS623611 a JS646613, produzidos entre 19/03/2018 e 01/06/2018) e outro no módulo da bomba de combustível (ano-modelo 2021/2022, chassis NS100120 a NS100141, produzidos entre 25/06/2021 e 16/07/2021, convocado em 2023). Sempre consulte o chassi em chevrolet.com.br/servicos/recalls antes de comprar.
O 2.0 turbo (2018-2020) tem 262 cv e câmbio de 9 marchas, é mais rápido, mas consome muito (cerca de 8,4 km/l na cidade) e desvaloriza mais. O 1.5 turbo (2021 em diante) tem 172 cv, é mais econômico e barato de manter. Para uso diário, o 1.5 costuma compensar mais.
Sim, acima da média da categoria. Peças são importadas e podem atrasar de 15 a 30 dias; o pacote de revisões oficiais da versão 2.0 AWD soma cerca de R$ 5.712 até 60.000 km. Some a isso o consumo alto do 2.0 turbo e a depreciação acentuada por ser modelo importado e de baixo volume.
A nova geração (1.5 turbo de 177 cv, câmbio de 8 marchas) chegou só no fim de 2024 por volta de R$ 267 mil, então ainda não há histórico de confiabilidade de longo prazo. É um carro novo e atraente, mas continua importado (peças caras e demoradas) e os testes de lançamento já apontam suspensão firme e algumas queixas de praticidade. Comprar exige a cautela típica de modelo recém-lançado.