Vale a pena para quem roda na cidade e quer o elétrico mais barato e econômico do Brasil, com manutenção mínima e garantia de bateria de 8 anos. Não vale para quem viaja muito de rodovia ou precisa de espaço traseiro e porta-malas, onde ele decepciona.
Vale a pena para quem roda na cidade e quer o elétrico mais barato e econômico do Brasil, com manutenção mínima e garantia de bateria de 8 anos. Não vale para quem viaja muito de rodovia ou precisa de espaço traseiro e porta-malas, onde ele decepciona.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Único motor elétrico dianteiro de 75 cv (55 kW) e cerca de 135 Nm, tração dianteira, câmbio de marcha única | 1ª geração (2024-presente) — única geração no Brasil | Falha precoce da bateria auxiliar de 12V (carro não dá partida / 'EV Power Limited') |
5 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Único motor elétrico dianteiro de 75 cv (55 kW) e cerca de 135 Nm, tração dianteira, câmbio de marcha única. Bateria Blade LFP de aproximadamente 38 kWh (38,88 kWh nominais). Autonomia homologada de 280 km pelo INMETRO/PBEV (o número chinês de 405 km no ciclo CLTC/NEDC é bem mais otimista); na prática 250-290 km em uso urbano com ar-condicionado ligado. Configuração de entrada GL (homologada para 4 lugares, voltada a taxistas/PCD, abaixo de R$ 99 mil) e a versão GS de 5 lugares para o consumidor final (R$ 119.990 no ano-modelo 2026). Carregamento DC rápido de 30% a 80% em cerca de 30 minutos (pico de 40 kW).
O carro 'quica' e oscila a traseira em qualquer ondulação de pista, sobretudo acima de 60 km/h e com… fonte
Sem cobertura de recall ou upgrade…Carro não liga / não destrava após dias parado, com a mensagem 'EV Power Limited' no painel e falha de… fonte
Troca da bateria 12V coberta em…Veículo não sincroniza com o BYD App, funções remotas (travas, climatização, status da bateria)… fonte
Sem custo: resolvido por atualização de…Autonomia real abaixo da esperada e relatos isolados de redução perceptível ao longo do uso. É preciso… fonte
Avaliação e eventual troca da bateria…A tampa da entrada de carga (charger cap) é presa por presilhas plásticas e se solta/destaca com facilidade… fonte
Conjunto da tampa do carregador: relato…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
Elétrico de entrada mais barato que o Dolphin Mini, mas com autonomia menor, acabamento mais simples e menos itens de segurança.
Rival direto mais novo, com suspensão mais bem resolvida e tecnologia atualizada, ameaçando a liderança do BYD no segmento.
Mais caro e sofisticado, com interior premium e mais autonomia, mas perde no custo-benefício puro do Dolphin Mini.
Para quem não quer depender de recarga, é um SUV compacto a combustão com mais espaço e rede de assistência maior, porém sem a economia do elétrico.
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Para um carro tão novo e barato, sim. A mecânica elétrica é simples e econômica, e a maioria dos donos está satisfeita com o uso urbano. Os pontos de atenção reais são a suspensão traseira mole (recalibrada de fábrica em 2026) e falhas precoces da bateria auxiliar de 12V. Como é um modelo lançado em 2024, ainda falta histórico de longo prazo.
A suspensão traseira das unidades 2024/2025: ela é mole e 'quica' em ondulações e lombadas, com a traseira batendo no fim de curso. Mais de 800 donos assinaram uma petição pública pedindo recall. A BYD recalibrou a suspensão traseira de fábrica no modelo 2026; para os carros antigos não há upgrade oficial, e a saída de alguns donos é trocar os amortecedores traseiros por peças aftermarket.
Não há recall oficial brasileiro do Dolphin Mini até o momento. O recall de cerca de 97 mil unidades de Dolphin e Yuan Plus por risco de incêndio na coluna de direção (anunciado na China em 2024, atingindo carros fabricados entre o fim de 2022 e o fim de 2023) foi exclusivo da China; a BYD Brasil declarou oficialmente que os carros vendidos no Brasil são de produção diferente e não foram afetados.
O número homologado no Brasil pelo INMETRO é 280 km (o número chinês de 405 km, do ciclo CLTC, é bem mais otimista). Na prática, os donos relatam de 250 a 290 km em uso urbano com ar-condicionado ligado. É suficiente para o dia a dia na cidade, mas planeje paradas em viagens mais longas.
É o defeito com mais relatos precoces no Reclame Aqui, inclusive a partir de cerca de 2.000 a 3.000 km. O sintoma é o carro não dar partida ou não destravar após dias parado, em geral com a mensagem 'EV Power Limited' no painel. Cuidado: é a bateria auxiliar de 12V, não a bateria de tração Blade (que tem 8 anos de garantia). Na maioria dos casos a BYD trocou a peça em garantia, mas houve negativas quando o carro passou do limite de km dessa bateria (relatos citam 20.000 km).
Não. Por ser elétrico, dispensa óleo, filtros, velas e correias. A manutenção se resume a pneus, freios, suspensão e checagens da bateria, com custo bem menor que um carro a combustão equivalente. O ponto a vigiar é a disponibilidade de peças e a malha de concessionárias, ainda em expansão no Brasil.