Vale a pena para quem roda muito na estrada e quer o conforto e a potência de um SUV grande com carroceria de picape, principalmente na V6 258 cv. Não vale para quem busca picape barata de trabalho ou revenda fácil: o diesel V6 é caro de manter e a Hilux segura melhor o valor.
Vale a pena para quem roda muito na estrada e quer o conforto e a potência de um SUV grande com carroceria de picape, principalmente na V6 258 cv. Não vale para quem busca picape barata de trabalho ou revenda fácil: o diesel V6 é caro de manter e a Hilux segura melhor o valor.
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Descubra qual motorização está no carro antes de olhar o preço. É o que mais muda no custo de posse e nos problemas.
| Motor / versão | Geração | Principal ponto de atenção |
|---|---|---|
| Motor 2 | 1ª geração - 2.0 (mono e BiTDI) 4 cilindros (2010-2022) | Bomba de alta pressão (CP4) solta limalha e contamina toda a injeção |
| Motor 3 | 1ª geração - 3.0 V6 TDI (2018-presente) | Bomba de alta pressão (CP4) com limalha contaminando o sistema de injeção |
9 problemas relatados por donos e mecânicos, com fontes brasileiras. Não significa que toda unidade os apresenta.
Motor 2.0 turbodiesel: monoturbo 140 cv (TDI) e biturbo 163/180 cv (BiTDI). Câmbio manual de 6 marchas ou automático de 8 marchas ZF. Tração 4x2 e 4x4 (com reduzida). Versões S, SE, Trendline, Highline, Comfortline, Extreme, Dark Label. Saiu de linha no começo de 2022 por não atender à nova fase de emissões.
Dificuldade para dar partida, perda de potência, marcha lenta irregular, fumaça, consumo alto e luz de… fonte
R$ 10.000 a R$ 15.000 nos casos mais…Em geral sem aviso prévio. Quando a correia rompe com o motor em funcionamento, os pistões batem nas… fonte
Troca preventiva da correia: cerca de…Queda no nível do reservatório de arrefecimento sem vazamento visível (a água é expelida pelo escapamento)… fonte
Troca do resfriador/válvula EGR: cerca…Sem sintoma perceptível ao dono no uso normal. A questão é legal/ambiental: o motor emitia mais NOx na rua do… fonte
Sem custo direto de reparo para o dono…Acendem luzes de ABS, controle de tração (ASR) e de estabilidade (ESC) no painel, às vezes de forma… fonte
Troca do sensor de roda: cerca de R$…Motor 3.0 V6 turbodiesel (EA897, o mesmo do Audi Q7 TDI): 225 cv no lançamento nacional (fevereiro de 2018) e, após recalibração, 258 cv com função Overboost de 272 cv por 10 s. Sempre câmbio automático de 8 marchas ZF e tração 4Motion permanente. Versões Highline, Extreme e séries especiais (Dark Label, Aventura). Desde 2022 é o único motor da Amarok no Brasil. A 'nova Amarok 2023' é facelift desta mesma plataforma.
Falha de partida, perda de potência, fumaça, consumo elevado, luz de injeção e, em casos extremos, pane com o… fonte
Orçamentos de R$ 33.815 (estimativa da…Barulho metálico no comando de válvulas, em geral mais audível com o motor frio na partida e na marcha lenta. fonte
Coberto em garantia dentro do prazo…Perda de potência, aumento de consumo, perda de líquido de arrefecimento, superaquecimento e luz do motor. fonte
Limpeza ou troca da válvula/resfriador…Ruídos incomuns vindos da suspensão traseira (feixe de molas) e do diferencial, especialmente em piso… fonte
De buchas/jumelos do feixe de molas…O preço de etiqueta é só a entrada. É isto que define quanto custa ficar com o carro.
No mesmo dinheiro, estes são os rivais diretos. Cada um ganha em uma coisa.
A campeã de durabilidade e revenda; segura melhor o valor que a Amarok, mas custa mais caro de entrada.
Equilíbrio entre conforto, tecnologia e robustez; a única que rivaliza de perto com a Amarok no rodar refinado.
Mais barata de comprar e manter por ser produzida no Brasil, com rede de peças ampla, porém menos requintada.
Forte motor 2.3 biturbo e boa robustez para trabalho pesado, mas com acabamento e revenda abaixo da Hilux.
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Não. O Brasil só recebeu a primeira geração da Amarok (de 2010) com atualizações visuais. A 'nova Amarok 2023' vendida aqui é um facelift dessa mesma primeira geração. A segunda geração, derivada da Ford Ranger e feita na África do Sul, não foi trazida ao país.
A bomba de alta pressão (Bosch CP4) que solta limalha e contamina toda a injeção (bicos, rail, tanque). O conserto vai de R$ 10 mil a R$ 15 mil em casos médios e pode passar de R$ 33 mil a R$ 57 mil quando contamina o sistema inteiro, geralmente sem cobertura de fábrica.
A CP4 trabalha com folgas mínimas e depende da lubrificação do próprio diesel. Quando o filtro de combustível é trocado sem sangrar o ar (a bomba opera seca), ou com diesel de baixa qualidade, o eixo desgasta e gera limalha metálica. Por isso a troca de filtro deve ser feita por especialista com scanner.
O V6 3.0 (258 cv, com Overboost de 272 cv) é mais potente, refinado e desejado, sempre automático de 8 marchas. O 2.0 BiTDI (até 180 cv) é mais simples e aceita a conversão da bomba para CP3 como proteção (não disponível no V6), mas tem a correia dentada como ponto fraco. Ambos exigem cuidado com a injeção; o V6 tem custo de manutenção ainda mais alto.
Sim. Há recalls de tubulação de combustível (2011-2013, risco de incêndio), airbag/pré-tensionador do cinto (2016-2017), fixação dos bancos dianteiros (2017-2018), fixação do estepe (2017-2020) e o caso do Dieselgate no motor EA189 (recall de 17.057 unidades 2011-2012). Consulte sempre o chassi no site da VW.
No dia a dia é robusta e é a picape mais agradável de dirigir do segmento, mas tem manutenção cara e pontos sensíveis caríssimos (bomba CP4, resfriador da EGR e, no 2.0, a correia dentada). Com histórico de manutenção comprovado e cuidado com a injeção, é durável; comprada sem checagem, pode dar prejuízo de cinco dígitos.